Blog da Orca

Carros clássicos da Chevrolet e sua importância para o design

Estilo e conforto sempre foram marcas da Chevrolet, desde o início da montadora, em 1911, com a fabricação do seu primeiro carro das Series C Classic Six. O gosto popular pelo consumo automobilístico, as películas cinematográficas e a própria fascinação de ter um automóvel de destaque transformaram alguns modelos da marca em ícones da cultura pop, que ficarão para sempre na memória das pessoas. É o caso, por exemplo, do Bel Air, conversível que trazia barbatanas nas laterais, mas com design equilibrado. Outro caso é o do Cameo, pick-up que trouxe pela primeira vez, em 1955, para-lamas traseiros lisos e lanternas, com acabamento refinado. Que tal conhecer (ou relembrar) alguns outros carros icônicos da marca? Acompanhe com a gente!

Opala

Este carro de passeio foi introduzido no Brasil em 1968, com motores de 4 ou de 6 cilindros, seguindo até 1992, nas versões cupê de duas portas, sedã de quatro portas e station vagon de duas portas. Por ser um veículo de mecânica confiável, interior confortável e luxuoso, esteve na garagem de muitas pessoas com dinheiro no país, e até hoje arrebata fãs. Apareceu em diversos filmes e novelas brasileiras.

Corvette

O primeiro carro esportivo inteiramente norte-americano, lançado em 1953, apresentou seis gerações, todas com inovações de design para cada época. A primeira geração, por exemplo, era montada sobre uma carroceria de plástico reforçado e fibra de vidro prensado (Fiberglass). A terceira geração trouxe faróis escamoteáveis e linhas mais angulosas.

Monza

Este automóvel foi lançado no Brasil em 1982 e tinha uma concepção bastante avançada para a época, tanto em aspectos ligados ao design quanto à mecânica. Entrou no mercado nacional na versão hatchback de três portas, com motor 1.6 e excelente acabamento, bem superior aos seus concorrentes diretos. O painel da cabine era côncavo, uma grande novidade. Já em 1983 chegara ao mercado com motor 1.8 e quatro portas e em uma versão sedã sem quebra-ventos nas portas dianteiras. Mas foi a versão com duas portas, lançada ainda naquele ano, que cairia no gosto popular e faria do Monza um dos carros mais queridos e vendidos da década.

Camaro

Cupê esportivo de maior sucesso da marca, o Camaro vem, desde seu lançamento em 1967, mostrando um design à frente de sua época. Por conta disso, cinco gerações do veículo já foram produzidas, em mais de 60 versões diferentes de carrocerias e composições. O carro é tão clássico que está presente em vários jogos eletrônicos e filmes (como, por exemplo, nas sequências de longas-metragens Tranformers). A nova geração, com motores V6 e V8, é uma releitura de sua primeira geração, fabricada entre 1967 e 1969.

Kadett

Desde 1989, quando chegou ao Brasil, em dez anos este modelo vendeu quase meio milhão de unidades. Com motor transversal e tração dianteira, trouxe inovação em vários sentidos: foi o primeiro carro de produção seriada a usar vidros colados (na janela traseira e nos para-brisas), bem como inaugurou a suspensão regulável a ar, ao motor a álcool injetado e ao computador de bordo. Na época, era considerado o veículo com melhor coeficiente aerodinâmico.

Chevette

O sedã de duas portas fabricado no Brasil entre 1973 e 1993 tinha linhas suaves, vincos na dianteira, inspirados no Camaro, e sem quebra-ventos nas janelas laterais. Seu perfil estético foi mudando com o tempo, ganhando traços mais retangulares e retilíneos, além de, pegando carona no sucesso de vendas, ter tido grande número de variantes, com versões hatchback, cupê, pick-up e até uma station vagon (chamada em território brasileiro de Marajó). Teve um significativo número de vendas, totalizando 1,6 milhão de unidades vendidas.

Caravan

Esta perua de grande porte foi muito apreciada pelos motoristas brasileiros entre 1974 e 1992, ano em que parou de ser fabricada, tendo três portas e apresentando-se no mercado como uma grande evolução entre as opções existentes para o transporte de maiores volumes e mais pessoas. Tinha motores de alta potência (2.5 de 4 cilindros ou 4.1 de 6 cilindros), ótimo espaço interno e acabamento requintado.

E então, você se lembra desses carros ou já teve algum desses modelos na sua garagem? O que achava de seu design e estilo na época em que eram fabricados? Compartilhe sua experiência com a gente, deixe o seu comentário!