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Dias de chuva pedem atenção redobrada com as palhetas do carro

Enfrentar períodos chuvosos com palhetas em más condições é um risco para o motorista e demais pessoas no trânsito. Acompanhe esta leitura e veja quais cuidados são necessários para garantir uma boa visibilidade durante a direção. 

Tipos de palheta  

Atualmente, há mais de uma opção de palheta no mercado e cada uma pode proporcionar resultados diferentes durante o funcionamento. As mais comuns são as de borracha. Elas entregam uma durabilidade menor quando comparadas àquelas feitas com silicone, porque a borracha sofre deterioração com a exposição ao Sol e com o uso de produtos químicos. 

Já as palhetas de silicone (também conhecidas como “flat blade”) são constituídas por esse material na ponta. A redução de atrito proporcionada pelo silicone evita o surgimento de riscos no vidro e elas não oxidam. Além disso, essas palhetas possuem mais eficácia na retirada de água e sujeira do para-brisa. O ponto negativo é o seu custo, que tende a ser maior. 

Outra diferenciação possível está no suporte da borracha. Existe as convencionais, que possuem uma estrutura externa de plástico ou metal que apoia a borracha, e as “aerowisher”, que integram a estrutura da palheta à borracha. 

Sintomas que apontam a necessidade de trocar as palhetas   

Riscos ou névoa no vidro do carro, bem como ruídos, oscilações e falhas no escoamento da água durante a utilização, são sintomas de que as palhetas devem ser substituídas. Verifique se elas estão ressecadas ou desfiguradas. 

Existe manutenção para esse tipo de peça? 

Periodicamente, você pode limpar suas palhetas com pano macio e água. Nunca utilize produtos químicos para higienizar as peças, pois eles provocam ressecamento. Também, não permita que outras pessoas limpem seu para-brisa durante a espera nos semáforos. 

Sempre verifique se o reservatório de água dos limpadores está no nível indicado pelo Manual do Proprietário e observe se o posicionamento dos borrifadores de água do para-brisa está correto, se há folgas nos braços e se o motor desses limpadores está funcionando perfeitamente. 

Não misture qualquer produto de limpeza no reservatório do borrifador, porque esse hábito pode levar à corrosão das borrachas. Já o uso de aditivos corretos diminui o atrito entre a borracha e o vidro, o que é algo positivo para o rendimento dos limpadores. 

O ideal é trocar as palhetas a cada ano ou após 10 mil quilômetros rodados (observe as instruções dadas no Manual do Proprietário). 

Seu Chevrolet já está equipado com palhetas novas para enfrentar os dias de chuva? Na Orca você tem acesso a peças originais e serviço de confiança para realizar a substituição das palhetas do seu carro! 

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