Quando adquirimos um carro, um sonho de consumo se realiza. No entanto, junto a isso, surgem também preocupações em manter esse bem que você acabou de comprar protegido: a contratação de um bom seguro de veículos é extremamente necessária!

Mas será que é tão simples escolher uma seguradora? O que você deve fazer para não errar na sua escolha? Para que o proprietário não caia em ciladas e não sofra decepções no futuro, é prudente se cercar de alguns cuidados antes de fechar qualquer negócio.

Pensando nisso, fizemos uma relação dos erros mais comuns ao se fazer o seguro de veículos. Acompanhe!

1. Não contar com um corretor de confiança

Antes de contratar qualquer profissional ou seguradora, procure saber, com antecedência, se as referências são boas ou não.

É muito comum que as pessoas contratem esse serviço por meio de centrais de atendimento ou preenchimento de formulários online — muitas vezes sem sequer saber a reputação dessas empresas no mercado.

Busque um local com recomendações de seus conhecidos e com o qual você possa contar com profissionais competentes, de forma que lhe atendam de uma maneira satisfatória para os devidos esclarecimentos no que diz respeito ao contrato.

2. Ter pressa ao contratar o seguro

A pressa é inimiga da perfeição. Por isso, quando contratamos um seguro, tudo deve ser avaliado e, de preferência, sem correrias. Afinal, isso envolve valores a serem pagos anualmente, e coberturas específicas de acordo com as necessidades de cada um.

Antes de fechar o negócio, informe-se sobre tudo: valores, coberturas as quais terá direito, custo-benefício, se há facilidades na comunicação com a seguradora, entre outros.

3. Omitir informações

Quando buscamos um seguro, o interesse maior deve ser que ele atenda às nossas necessidades. Por isso, tudo deve ser informado ao corretor: qualquer informação importante que você deixe de fornecer no momento do negócio pode lhe prejudicar no futuro.

Assim, pense bem antes de omitir dados por conta de uma redução nos custos do seguro. Se algo acontecer — como acidentes e roubos — e essas informações forem descobertas, você perde o direito a qualquer resgate que haja no contrato.

A dica é contar tudo: horários em que o carro mais rodará, quem realmente usará o veículo, etc. Assim, você protegerá seu patrimônio e não terá nenhum prejuízo!

4. Não negociar o valor do seguro de veículos

É bem comum que alguns proprietários de automóveis, ao fazerem seus seguros, não tentem negociar com a seguradora. O preço das coberturas podem ser relativizados com o corretor até que se chegue a um valor viável para as duas partes.

Tente sempre negociar: você pode se surpreender positivamente com os resultados alcançados!

5. Não se interessar pelo valor da franquia

O seguro é feito mediante um pagamento anual — que pode ser pago à vista ou em parcelas — e, muitas vezes, é isso o que mais interessa ao contratante. No entanto, no caso de acidente, o gasto mensal pode ser muito maior.

Se alho ocorrer com o carro, ele terá que desembolsar um valor predeterminado no contrato — a franquia. Daí a importância de tudo ser muito bem esclarecido antes do fechamento do negócio!

6. Não avaliar o que o seguro não cobre

Antes de fechar o negócio com qualquer seguradora, saiba quais são os itens que o seguro não cobre. Existe um tópico no contrato chamado “Exclusão”: leia-o bem e entenda quais itens são esses. É possível que algum deles seja importante para você e, nesse caso, é possível negociar.

E você, o que achou deste artigo sobre os erros ao contratar seguro de veículos? Se você gostou e quer ficar por dentro de outros assuntos como este, curta, então, nossa página no Facebook!

Não é novidade pra ninguém que o brasileiro ama seus veículos — e esse fator se reflete até mesmo na grande valorização que os seminovos têm no país.

Mais do que meras formas de transporte, nossos automóveis são verdadeiros xodós. Por isso, é essencial conhecer alguns cuidados para manter seu carro impecável. O lado bom dessa história é que, ao contrário do que muitos pensam, pequenas atitudes preventivas já ajudam a conservar o carro e mantê-lo rodando por muito mais tempo.

Ficou interessado? Então confira as 4 dicas que listamos para ajudar você a para manter seu carro impecável:

1. Lave o carro na volta da praia

Da mesma forma que os brasileiros são apaixonados por carros, nós também amamos nossas praias. Boa parte das pessoas não hesita em partir para o litoral nas férias, feriados ou até mesmo em um simples final de semana. No entanto, esse momento de descanso também demanda um cuidado extra com o seu possante.

É de conhecimento geral que a maresia é uma tremenda inimiga da pintura, por exemplo. Além de tudo, a água salgada é capaz de acelerar o processo de corrosão das partes metálicas, pois o sal acelera a oxidação.

Sendo assim, sempre que voltar para casa, faça uma boa lavagem com água doce. É essencial fazer isso também na parte de baixo do veículo.

2. Invista em uma boa cera

Encerar o carro é outra atitude fundamental para uma boa manutenção preventiva, mas é importante saber que você não deve fazer isso com qualquer produto. Uma cera de má qualidade pode ter o efeito oposto, prejudicando a pintura do seu automóvel e até facilitando o surgimento de arranhões.

Já uma cera de qualidade ajuda a proteger o veículo dos raios ultravioletas do sol, que podem ser bem agressivos para sua lataria, especialmente em um país tropical como o Brasil. Gaste um pouco de tempo e dinheiro para ter um produto profissional, pois uma aplicação será suficiente para proteger o automóvel por até um ano.

3. Abrigue o carro do tempo

Nem todo mundo tem a prerrogativa de ter uma garagem coberta para guardar o carro, mas esse é outro dos cuidados para manter seu carro impecável. Acredite: muita exposição pode prejudicar bastante o veículo. Como dissemos, o sol inclemente de muitos locais do nosso país pode desgastar a lataria e fazer com que a cor perca o brilho.

A chuva, ao contrário do que muita gente pensa, também não é nada benéfica. Quando a água secar na pintura, haverá um risco imenso da formação de manchas e pequenas nódoas, pela remoção do verniz original especialmente se isso acontecer com frequência. O ideal é ter um local coberto ou investir em uma boa capa.

4. Conserte os pequenos amassados

Muita gente cai na tentação de não consertar os pequenos amassados e ir acumulando esses probleminhas para uma eventual manutenção no futuro, mas isso pode ser um erro. O ideal é reparar danos e mossas o mais rápido possível, para evitar que pontos de ferrugem surjam e acabem ocasionando um tremendo prejuízo.

Faça o serviço de funilaria adequado no local amassado, pois isso pode ser mais barato e rápido do que você pensa. Além disso, fique atento às novidades do mercado. Se você tem vizinhos descuidados, por exemplo, já existem à venda alguns protetores de espuma que você pode colocar na lateral do carro cada vez que estacionar.

Esses são alguns cuidados para manter carro impecável! Gostou do conteúdo? Então deixe um comentário aqui no blog!

Quem nunca foi abastecer o carro e se deparou com o frentista perguntando: “tudo certo com a água e o óleo?”. ​Essa curiosidade tem uma razão de existir, afinal, tratam-se de dois componentes essenciais para o bom funcionamento do motor.

Enquanto a água esfria, o óleo lubrifica as engrenagens e permite que as peças façam seus movimentos livremente. Trocar o óleo do carro, portanto, é uma das manutenções periódicas mais importantes que o motorista deve fazer em seu veículo — mas nem todo mundo dá o devido valor a este procedimento!

Se você tem dúvidas ou não sabe o momento certo de trocar o óleo do carro, não se preocupe: este post foi produzido pensando em você. Confira nosso guia e tire todas as suas dúvidas!

1. Meça o óleo

Fazer a checagem é o primeiro passo para saber se chegou a hora de trocar o óleo do carro. Este procedimento é igual ao feito pelo frentista: retire a vareta indicativa de seu compartimento e limpe-a.

Depois, retorne a vareta ao seu lugar de origem e cheque até onde o óleo marcou o plástico. Feito isso, confira se o nível está entre as duas barras. Caso esteja, tudo certo! Mas, se estiver baixa, é chegada a hora de completar (ou trocar).

Para não medir de maneira imprecisa, espere 5 minutos com o carro desligado. Este é o tempo necessário para que o óleo volte ao nível certo.

2. Confira o manual de seu veículo

O carro possui um livreto de instruções por uma simples razão: você precisa dele para conferir informações sobre o funcionamento do motor e de diversos outros aspectos. Nele, o motorista encontrará dados importantes, como a quilometragem certa para a troca do óleo e o tipo de lubrificante que deve ser utilizado. Não deixe de conferir tudo isso!

3. Marque em sua agenda

Os fabricantes recomendam que o óleo e o filtro sejam substituídos a cada 6 meses de uso — e você, provavelmente, encontrará essa informação no manual do veículo, como orientamos. Mas, mesmo que seu carro ainda não tenha atingido a quilometragem limite do lubrificante, não deixe de fazer a troca após meio ano de uso!

4. De olho nas etiquetas

A cada troca de óleo, é colocado um novo adesivo com a data e a quilometragem do carro no momento da manutenção. Esta etiqueta é um lembrete para que o motorista não perca de vista esses dois dados importantes. Se tiver dúvidas sobre o momento da manutenção, basta dar uma olhada rápida no canto de seu vidro, portanto.

5. Atente-se à mostra de óleo da vareta

OK, sabemos que você não é um expert em mecânica, mas é possível saber se há algo de errado com o lubrificante só de olhar e tocar nele! Quer saber como?

Quando ele está com uma textura muito líquida, semelhante a uma água preta, significa que o fluido perdeu a viscosidade necessária — e chegou a hora de trocá-lo. Basta testar um pouco com os dedos para ter essa percepção.

O mesmo serve para a sujeira no lubrificante: quando ele está muito turvo (lembre-se que, ao ser inserido no carro, sua coloração lembra a de um mel mais escuro) é melhor trocar.

6. Preste atenção no painel do seu carro

Alguns modelos de veículos possuem uma luz indicativa de troca de óleo. Ela se acende quando o lubrificante já está muito desgastado ou com nível baixo. Fique esperto com as informações de seu painel e, se a luz acender, procure logo uma assistência técnica.

Essas são algumas dicas para descobrir quando trocar o óleo do carro. Lembre-se de que um pouco de conhecimento evita problemas mais sérios, prejuízos para o seu veículo e para o seu bolso!

​E aí, quer receber mais dicas de manutenção e as novidades do mercado automotivo? Então não deixe de assinar a nossa newsletter e receber tudo em primeira mão!

Comprar um carro é uma decisão importante, e com a concorrência cada vez mais acirrada entre as montadoras, quem ganha é o consumidor. Hoje, são muitas as opções de veículos, cada um com suas características, diferenciais, preços atrativos e condições especiais de pagamento.

Mas existe uma marca que se destaca no mercado por sua história de inovação e progresso, responsável por torná-la líder no mercado americano e uma das maiores montadoras do mundo: a Chevrolet.

Fundada em 1911, a empresa começou em uma garagem alugada em Detroit e hoje está presente em todos os cantos do globo, sendo conhecida mundialmente pela qualidade, conforto e potência dos carros comercializados.

Quer saber mais sobre a marca responsável por clássicos do mundo automobilístico, como o Suburban, o Corvette, o Impala e o Camaro? Continue a leitura e descubra todos os diferenciais da marca e os principais motivos para comprar um Chevrolet atualmente:

1. Reconhecimento mundial

Um Chevrolet vendido a cada 7 segundos: essa marca representa o reconhecimento dos clientes e do mercado mundial, conquistado em mais de 100 anos de atividade. São mais de 209 milhões de carros e caminhões comercializados em cerca de 140 países.

No Brasil, a montadora iniciou suas atividades no final da década de 50, com a produção da caminhonete Chevrolet Brasil. Nesses 90 anos de história em território nacional, a marca conquistou um público exigente e que sabe o que quer!

2. Motor potente e econômico

Aliar esses dois quesitos é essencial para cair no gosto dos consumidores que buscam um carro potente e eficiente, mas que ao mesmo tempo seja econômico para o bolso.

Em um teste feito pelo Inmetro este ano, os carros da Chevrolet aparecem 3 vezes na lista dos 20 mais econômicos na cidade e 4 vezes entre os mais econômicos na estrada: o Prisma e o Ônix são os modelos de destaque da marca nessa categoria.

3. Design arrojado e elegante

A Chevrolet conta com um Centro de Design em sintonia com as tendências mundiais, desenvolvendo projetos inovadores que combinam conforto, estilo e os recursos tecnológicos mais avançados do mercado.

Tudo isso garante mais conforto ao dirigir, estabilidade mesmo em velocidades mais altas e um desempenho excelente na cidade ou na estrada.

4. Garantia de segurança

A segurança é um dos principais motivos para comprar um Chevrolet. A montadora opera o maior campo de testes da América Latina, usando instrumentos de última geração para testar seus carros nas condições enfrentadas pelos motoristas diariamente, entre eles chuva, vento e asfalto danificado.

Aliás, o controle de qualidade da Chevrolet atende todos os requisitos tanto da legislação brasileira quanto da americana e européia.

5. Foco na sustentabilidade

A sustentabilidade tem sido uma questão importante em todas as áreas do desenvolvimento, e não poderia ser diferente na indústria automobilística.

A Chevrolet tem como compromisso com os clientes e fornecedores investir cada vez mais em estratégias de sustentabilidade, utilizando a tecnologia para melhorar a economia de combustível e minimizar o impacto das operações de produção.

6. Custo-benefício incomparável

Precisa de mais motivos para comprar um Chevrolet? Por um valor competitivo e acessível é possível adquirir um carro que oferece:

Com tantos motivos para comprar um Chevrolet, é fácil perceber como a trajetória da marca a levou à posição de líder do mercado e sonho de consumo entre os brasileiros. Afinal, conquistar uma clientela fiel não é para qualquer um, não é mesmo?

Está pronto para escolher o seu Chevrolet? Então entre em contato conosco e confira as melhores ofertas: nossos consultores estão a postos para tirar suas dúvidas e oferecer mais informações pelo nosso canal no Whatsapp!

A mecânica automotiva é um assunto que desperta a curiosidade de muita gente. Afinal, todo mundo conhece alguém metido a especialista, que sempre tem um diagnóstico pronto ou uma opinião na ponta da língua, não é?

Apesar de ser muito legal conversar com pessoas que entendem um pouco sobre manutenção de veículos, existe sempre aquele mito que não faz muito sentido, mas que é espalhado como se fosse verdade.

Algumas peças sempre são motivos de polêmica: airbag e freio ABS são dois bons exemplos. Existem vários mitos envolvendo esses componentes, o que deixa muitas pessoas intrigadas, ainda mais agora que ambos são itens obrigatórios nos carros nacionais.

Neste post, desvendaremos 8 mitos sobre essas peças. Confira o que é verdade e o que não passa de história de pescador — ou melhor, de motorista!

1. A frenagem com o ABS é menos eficiente

Mito. Erra quem pensa que o ABS precisa de mais espaço para frear completamente. Ao não travar as rodas, o sistema mantém o carro na mesma trajetória, o que significa que ele não perde estabilidade e para mais rápido.

O carro equipado com ABS precisa de 25% menos espaço para a frenagem total do que um veículo dotado de freio convencional.

2. Frear na curva com ABS é muito perigoso

Mito. A maior ameaça de uma frenagem na curva é o travamento nas rodas, o que impede o motorista de colocar o carro no trajeto certo.

O ABS não trava as rodas, o que garante aderência ao asfalto e mais controle do carro durante as curvas, ou seja, essa afirmação não tem fundamento.

3. ABS tem dificuldades em estradas de terra

Parcialmente verdade. Alguns carros equipados com ABS vêm com instruções para que o sistema seja desligado na estrada de terra, pois ele não responde com a mesma eficiência em uma via sem a aderência adequada.

Os sistemas podem cometer erros quando o carro está em uma via sem asfalto, mas já existem modelos equipados com uma solução para o caso: são os freios ABS com a função “off-road”.

4. O pedal do freio vibra em carros com ABS

Verdade. O pedal vibra porque os fluidos do sistema de freio começam a trafegar por todo o sistema, causando diferenças de pressão, que geram as vibrações.

Apesar de ser motivo de reclamações por parte de muitos motoristas, a situação nos modelos atuais é bem melhor. Os primeiros modelos com freios ABS sofriam com esses problemas de maneira muito mais intensa.

5. O airbag altera o monobloco do carro quando acionado

Mito. Muitas pessoas acreditam que é o acionamento dos airbags que gera deformações na estrutura do carro. Na verdade, o que pode gerar modificações no monobloco é a intensidade da batida que acionou o equipamento, não os airbags.

6. Qualquer pancada pode acionar o airbag

Mito. Os fabricantes de automóveis realizam diversos cálculos para garantir que as bolsas do airbag só sejam acionadas após uma violenta desaceleração do carro. Isso significa que uma pequena batida não resultará no acionamento do sistema de segurança.

7. É preciso estar com a postura certa para que o airbag funcione bem

Parcialmente verdade. O airbag funciona melhor em motoristas que ajustaram devidamente sua posição dentro do carro, mas isso não quer dizer que ele só vai ajudar o motorista que encontrou as configurações certas.

O airbag capaz de proteger em caso de colisão, mas, se o condutor adotar uma postura muito errada, nem o equipamento poderá ajudar.

8. Airbag pode machucar quem usa óculos

Verdade. Qualquer objeto que se encontre entre o rosto do passageiro e a bolsa do airbag tende a criar uma lesão em caso de acionamento desse sistema de segurança. Essa regra inclui os óculos, que podem causar machucados no rosto do motorista quando há contato ríspido com a superfície do airbag.

Esses são alguns mitos que envolvem airbag e freio ABS dos carros. Como vimos, alguns dizeres são, de fato, verdadeiros, mas é sempre bom procurar informações confiáveis antes de afirmar algo sobre a mecânica dos carros.

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Quando queremos comprar ou vender um carro usado, ou até acionar a seguradora, é normal nos depararmos com uma grande dúvida: afinal, como funciona a tabela Fipe?

Essa tabela é um índice de pesquisa divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Sua aplicação é sobre a compra e venda dos modelos de veículos, servindo também como base de cálculo de revendas pelas pessoas e empresas do ramo dos automóveis.

Quer esclarecer suas dúvidas? Continue a leitura e entenda de uma vez por todas como funciona a tabela Fipe!

Como funciona a tabela Fipe?

De forma simples, a tabela Fipe é uma ferramenta que mantém o registro de negociações dos veículos que ocorreram no período de um mês. Assim, no mês seguinte, o valor médio das negociações anteriores — com exceção dos dados muito diferentes da média geral — é utilizado como patamar para estipular os preços desses automóveis.

Em 24 estados do Brasil, os valores praticados estão praticamente idênticos na tabela Fipe. Isso serve de base para várias transações e negociações. Contudo, mesmo que isso oriente as movimentações financeiras, não existe nenhuma lei que regulamente os interessados a utilizarem esse instituto como valor fixo para realizar compras e vendas automotivas.

A tabela Fipe faz a diferenciação dos carros por modelo e ano. O ano do modelo se sobrepõe em relação ao ano de fabricação, visto que é por causa disso que a compra de algum automóvel fabricado em 2016 com modelo 2017 tem valor maior de revenda que um 2016/2016.

Qual a importância da tabela Fipe nas negociações?

Você já experimentou negociar um veículo e ficar questionando se fez um bom negócio ou não? Com a ajuda da tabela Fipe, é possível que o comprador e o vendedor a utilizem como parâmetro em suas transações, evitando qualquer tipo de dúvida.

Esse indicador também é usado como base de cálculo para o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e ainda para os valores relacionados às parcelas e da indenização do seguro do carro.

Quais fatores interferem em seu preço médio?

Mesmo que a tabela Fipe seja uma referência de preço dos automóveis no mercado brasileiro, isso não significa que você vai conseguir comprar um carro usado ou vender o seu de acordo com o preço estipulado nesse índice.

Os preços que são praticados no mercado possuem vários fatores que os influenciam, como a região onde acontecerão as negociações ou estado do país, cor dos veículos, sua conservação, se há acessórios que agreguem valor ao carro ou não, entre várias outras questões.

Ou seja, dependendo da cor que o veículo tiver, o valor do automóvel poderá ser maior ou menor no mercado nacional. Da mesma maneira, acessórios como ar-condicionado, rodas de liga leve, câmeras de ré, entre vários outros, influenciam diretamente o valor praticado nas negociações dos veículos.

Assim, você deve interpretar a tabela Fipe apenas como um índice padrão dos valores relacionados aos veículos automotores. A região onde se encontra e questões como a demanda do modelo acabam sendo mais importantes que o preço estipulado pelo instituto.

Agora que você entendeu como funciona a tabela Fipe, que tal continuar por dentro de outras novidades do setor automobilístico? Siga nossa página Facebook e acompanhe tudo que compartilhamos por lá!

Segundo a GM do Brasil, os carros automáticos e automatizados pularam de 2% da frota nacional em 2006 para 12% dez anos depois — eles chegaram para conquistar de vez o mercado brasileiro!

Com a maior adesão à transmissão automática, no entanto, aumenta também o número de motoristas que não sabem como utilizar corretamente este recurso — e acabam forçando os mecanismos internos, colocando seu veículo em risco.

Neste post, vamos enumerar 7 erros com carro automático que todo motorista deve evitar. Confira a nossa lista e fique atento para não cometer nenhum deles!

1. Trocar a marcha logo que o motor é ligado

Ao ligar o carro pela primeira vez, é recomendável que o condutor espere alguns segundos antes de utilizar o câmbio. Esse tempo é fundamental para que o lubrificante do sistema de transmissão percorra todos os componentes.

A dica é ligar o carro e fazer os procedimentos como colocar o cinto, ativar o GPS ou ligar o som. Só depois de “enrolar” um pouco é que o motorista deve tirar o carro da posição de estacionamento (P) e colocar na marcha ré (R) ou na marcha de condução (D).

2. Utilizar a alavanca com muita força

Quem troca o câmbio manual por um carro automático pode demorar alguns dias para se acostumar com a novidade. Diante da situação de trocar a marcha, alguns esquecem do novo modelo e utilizam a mesma força aplicada no câmbio manual.

Não é preciso colocar força e nem velocidade na troca de marchas — basta um movimento delicado para frente ou para trás e tudo está resolvido. Este tipo de transmissão é mais sensível, e as peças podem sofrer desgastes com os trancos.

3. Trocar de marchas sem necessidade

É preciso abandonar os hábitos do câmbio mecânico. Alguns motoristas trocam frequentemente para a posição Neutra (N) ou para a marcha de estacionamento ao parar em semáforos ou cruzamentos.

Apesar de parecer algo natural, essa troca é desnecessária — e gera mais queima de combustível e alterações na temperatura interna do câmbio. Para evitar que o carro vá para a frente é aconselhável utilizar o freio, e não o câmbio.

4. Pisar fundo no acelerador

Quando o motorista pisa fundo no acelerador, o sistema de transmissão interpreta como uma necessidade de aumentar o giro para depois trocar a marcha. Isso resulta em algumas reduzidas desnecessárias — que só aumentam o giro do motor, a temperatura e o consumo de combustível. No carro automático, a aceleração deve ser gradual.

5. Usar a marcha neutra como “banguela”

Esse procedimento não é recomendável nem mesmo para câmbios manuais, muito menos para os automáticos. Andar com o carro na posição neutra não economiza combustível, e faz o condutor perder parte do controle do carro — além de reduzir a lubrificação no sistema de transmissão.

6. Usar a perna esquerda para realizar frenagem

Mesmo que você seja um piloto automotivo acostumado a usar a perna esquerda para frenar o carro, não é recomendado tomar esta atitude. Os veículos automáticos deixam a perna esquerda ociosa, o que faz com que muita gente passe a utilizá-la no freio.

Além de ser uma mudança de hábito arriscada, nem todo mundo possui a mesma habilidade para usar a outra perna. O resultado são frenagens bruscas e sustos frequentes — e esse é um dos maiores erros com carro automático que acontecem!

7. Ignorar a manutenção preventiva do equipamento

Ter um câmbio automático não significa que o carro não precise de manutenção no sistema de transmissão e na embreagem. Na verdade, esses sistemas são ainda mais delicados, e dependem de acompanhamento regular nas manutenções para evitar prejuízos à mecânica do veículo.

Esses são os erros com carro automático mais comuns de serem cometidos diariamente pelos condutores. Tenha em mente essas dicas para evitar gastos adicionais com o câmbio do seu carro!

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Não há nada que diferencie carros para mulher e para homens. Na hora de comprar um novo veículo, no entanto, é possível que esses dois grupos de pessoas procurem por qualidades diferentes.

No post de hoje, vamos lhe mostrar algumas características que costumam ser muito valorizadas pelas mulheres na hora de comprar um novo carro. Você verá também algumas dicas de modelos incríveis.

Ficou interessado? Então continue nos acompanhando e saiba mais!

Pense na posição de dirigir

A média de altura das mulheres é um pouco menor do que a dos homens — mas a posição de dirigir vai muito além desse único aspecto.

Carros mais altos costumam passar uma melhor sensação de segurança, oferecerem melhor visibilidade e, para muitas mulheres, também são mais confortáveis. É comum que elas prefiram estes carros imponentes, como os SUV e minivans.

Verifique os itens de segurança

Muito além do alarme e dos cintos, atualmente os carros têm diversos itens de segurança. Estes são fatores essenciais para todos, mulheres inclusas!

No Brasil, a Chevrolet é uma das pioneiras em segurança, trazendo airbags e ABS em todos os seus carros, além de diversos outros itens opcionais — como controle de tração e estabilidade. Escolha o modelo pensando nisso!

Não se esqueça do conforto

​​Além da segurança, o conforto também é essencial — principalmente para quem passa muito tempo dirigindo. Câmbio automático, bancos de couro e centrais de entretenimento, como a MyLink, são demandas frequentes na hora de comprar um carro.

Além desses acessórios de conforto tradicionais, uma boa ideia é procurar pela tecnologia que acaba de chegar no Brasil, a OnStar: um sistema integrado com o carro que oferece serviços de um assistente pessoal. Ele pode tirar dúvidas sobre trânsito, tem assistência 24h e, ainda, é 100% integrado com a central multimídia do carro!

Conheças alguns bons carros para mulher

Chevrolet Onix

O Onix, modelo de entrada da Chevrolet, não tem nada de básico! Dono do posto de carro mais vendido do Brasil, ele vem equipado com um motor 1.0 ou 1.4 (ambos extremamente econômicos).

Tem excelente espaço interno, ar condicionado, direção hidráulica e pode ser equipado com central multimídia, câmbio automático, sensores de estacionamento e muito mais.

Isso sem contar com os diversos outros acessórios que podem ser comprados na concessionária, como rodas de liga leve e bancos de couro! O preço gira em torno de R$ 40.390.

Chevrolet Spin

Carro ideal para famílias grandes, o Chevrolet Spin pode levar até 7 pessoas! Equipado com o potente motor 1.8 e câmbio manual ou automático, o Spin consegue unir economia, conforto e praticidade em um carro só.

Além disso, o veículo vem equipado com airbags, ABS, central multimídia e a tecnologia OnStar. Seu preço sai por a partir de R$ 58.890.

Chevrolet Tracker

Novo lançamento mundial da Chevrolet, o Tracker veio para ser um forte competidor na categoria dos SUV compactos. O grande destaque do Tracker está em sua tecnologia: ele vem equipado com central multimídia, espelhamento de celular, diversos itens de segurança e sistema “start stop” para economia de combustível.

Pensado para as cidades e com posição de dirigir mais alta, o carro vem equipado com o moderno motor 1.4 turbo de 153 cavalos e câmbio automático. Seu valor fica por volta de R$ 79.990.

​Não há mais a divisão entre carros para mulher ou para homem! Com cada vez mais poder de decisão e independência adquiridos, elas não vão parar de aparecer nas concessionárias — seja para comprar um carro para uma só pessoa ou para toda a família!

Ficou interessado em algum dos carros que listamos ou deseja saber mais sobre a linha Chevrolet? Entre em contato conosco!

Muitos pensam que cuidar do carro é só dar uma lavadinha no fim de semana e está tudo resolvido, mas a parte mecânica do veículo exige cuidados que devem ser adotados pelo próprio dono, durante o uso diário do veículo.

E não é preciso ser um expert para saber quais são eles! Para cuidar do carro, bastam algumas informações básicas a respeito do funcionamento do veículo.

Assim, você passa a adotar uma postura mais correta para dirigir, aumentando a vida útil do automóvel e trazendo mais segurança para você, para os passageiros e para os pedestres.

Continue nos acompanhando e saiba mais sobre o assunto!

1. Sistema de Arrefecimento

Atualmente, a grande maioria dos motores é refrigerada à água. O sistema possui um reservatório no qual o líquido é armazenado. Quando é dada a partida, o líquido é enviado para as mangueiras que o conduzem ao interior do motor, nas partes que precisam de refrigeração.

Ao contrário do que ocorria em modelos antigos, não se deve completar o nível do reservatório com água pura. O líquido especial (geralmente na coloração rosa) tem propriedades que impedem que se forme ferrugem e que tornam o fluido mais eficiente para resfriar o motor do carro.

Outro cuidado importante com este sistema é nunca abrir a tampa do reservatório com o motor muito quente. Além disso, quando for completar o nível, o ideal é fazer isso com o motor frio e ligado, para evitar a formação de bolhas de ar no sistema.

2. Embreagem

É muito comum que o motorista use o pedal da embreagem para descansar o pé esquerdo quando ele não está sendo utilizado, mas este é um erro que acaba com o sistema de embreagem.

Por mais que prestemos atenção, o nosso olhar está no trânsito, e logo esquecemos do pé em cima do pedal, pressionando-o e fazendo com que a embreagem gire em falso.

Outro costume que prejudica o sistema é segurar o carro em uma subida fazendo o controle de embreagem ao invés de usar o freio. A vida útil do equipamento pode ser reduzida em até 50%.

3. Freios

O bom funcionamento do sistema de freios é fundamental para a sua segurança e a dos seus passageiros — e você pode cuidar dele com pequenas atitudes!

A primeira é ficar atento a qualquer barulho diferente. Assobios quando você pisa no freio ou mesmo algum ruído metálico são a indicação de que as pastilhas de freio podem estar acabando. Se o pedal estiver vibrando muito ou com variações na altura, você pode estar com algum problema nos discos.

A melhor forma de cuidar dos freios é usá-los com inteligência. Para parar o carro, use também o freio motor e esteja engrenado nas marchas indicadas para não sobrecarregar o sistema.

4. Pneus

Os pneus devem ser calibrados toda semana, com a pressão indicada pelo fabricante. Preste atenção nos sulcos e na forma de desgaste. Se estiver muito irregular, é sinal de que seu carro pode estar desalinhado.

Para conservar os pneus, dirija com suavidade, respeite os limites de velocidade e não abuse das freadas bruscas.

Viu só como você pode cuidar do carro com atitudes simples? Comece já a por em prática e veja como a vida útil dele vai aumentar muito. Aproveite e aprenda também a cuidar da suspensão do veículo!